Jon MadDog Hall e seu “thin client as a service” para inclusão digital. Mais tarde, mais detalhes.

Update: Agora, merrrmo, Rodrigo. Entre um cochilo e outro pelo cansaço, Maddog mostrou o thin client baseado em serviço que a Linus International pretende distribuir pelo mundo.

Isto aí: distribuir. O aparelho é gratuito – um plano mensal oferece assistência técnica, backup remoto e acesso à internet para usuários.

O thin client é absurdamente pequeno (pouco mais de 10 centímetros de lado) e se apóia na “web as a service” para funcionar. A nota completa tá no Now!.

Diz Maddog que, com banda larga, você pode usar editores de texto e gráficos, softwares corporativos e outros programas normalmente no PC, que tem chip Geode, da AMD, 1 Gb de memória, HD de 40 GB, Ethernet, 4 USBs e acesso Wireless.

Ainda não há preço de plano pro Brasil. Quando tiver, eu aviso.



Andei, andei, andei, andei, andei e anderi até encontrar. A Feria de Valencia, onde rola a Campus Party é gigantesca. Nas duas fotos acima, você vê a encruzilhada (ô, mizifi!) entre os dois grandes corredores.

A entrada é feita no fim do primeiro e, como a maioria esmagadora de atrações está praquele lado, escadas rolantes e luzes a partir da segunda foto estão desligadas – só o Pavilhão do Ócio e o Comedor (opa!) ficam praquele lado.

Organizadores do evento têm benefícios: alguns passeiam de Segway de um lado pro outro, enquanto outros têm triciclos motorizados, enquanto alguns campuseiros (nome dado a quem vem ao evento) mais folgados recorrem a patinetes.

O gado brasileño (periodistas incluídos) andam como um rebanho pelos corredores. Some à correria os cerca de cinco quilos dentro da mochila apinhada de releases, livro e notebook e você tem, além de uma academia involuntária pras pernas, uma dorzinha nas costas que vem no final da noite.

robotwars

A divisão de Software Livre da Campus Party está promovendo um concurso em que grupos de até quatro pessoas devem construir um game em apenas 72 horas.

Os melhores levam 9 mil euros em bolsas de estudos e 600 dólares em eletrônicos pelo júri oficial, além de um Wii pelo júri popular.

O grupo dos baianos Alexandre Amoedo, Humberto Galiza e Valéssia Brito está sobre o Robot Wars, game 3D baseados em formas geométricas e de jogabilidade simples. Simples, aliás, não é a melhor palavra pra definir o desenvolvimento de um game deste em 3 dias.

A maratona acaba na noite desta sexta-feira e os vencedores serão conhecidos na noite do sábado.

A improvável parceria entre Intel e OLPC, que vinham se estranhando desde a visita de Paul Otellini ao Brasil, em março de 2006, se concretizou, à revelia das expectativas de amantes, céticos e jornalistas que cobrem o assunto.

Não foi só a comunidade – este repórter, inclusive – que se surpreendeu.

Em entrevista com Élber Mazzaro, sempre articulado diretor de marketing da Intel Brasil, a conversa não fluia – havia uma evidente dificuldade em desenvolver o assunto sem cair nas frases de efeito, comportamento contrário ao padrão do executivo. Ele parecia confuso.

Até a sinceridade constante de David Cavallo, o manda-chuva da OLPC na América Latina, deu lugar a afirmações um tanto vagas e apenas uma certeza, também pontuada de dúvidas: no futuro, OLPC e Intel farão notebooks conjutos.

Ficou no ar a quantia que a Intel pagou à OLPC para entrar no conselho – todas as empresa sveiculadas à OLPC pagam, seja elas o Google, a AMD ou a Nortel. Fica sem resposta também – e principalmente – como será feita a integração de esforços.

Um notebook só? Ambas negam. Equivalência de configurações, inclusive com WiMax? Não descarte. Incentivos da Intel? Quem fica com medo disto é a AMD.

Nicholas Negroponte sempre afirmou que o setor era regido pelo “quanto mais melhor” e o próprio Governo Federal declara, quando perguntado sobre a licitação, que não será apenas uma carga de notebooks.

Quem pode perder? Pelo perigo de competir com a Intel, a AMD.

E, não, Nagano, eu não tenho nenhuma resposta mágica pra parceria.

Taí o original da matéria publicada no especial de 10 anos do Now! sobre o modelo de negócios da Mozilla baseado na comunidade. As edições finais foram poucas (a chefia foi bem generosa) – a principal ausência é o bloco que compara diretamente a Mozilla com a Microsoft.

Só avisando: o texto é grande. Mas nada na vida é muito fácil de qualquer maneira. Tá em Creative Commons, logo,você já sabe o que fazer, né?

*

comunidade_firefox

Asa Dotzler invade esbaforido o hotel em que está hospedado em São Paulo com duas mochilas nas costas e, ofegando, se desculpa pelo atraso no encontro enquanto um trio toca versões em jazz de sucessos da bossa nova no bar colado ao hall.São 21h30 da noite de uma terça-feira, último dia em que o evangelizador/evangelista do navegador de código aberto Firefox ficará no país.

Dotzler vem de uma viagem ao interior de São Paulo que reflete muito bem o espírito da comunidade que alçou o espólio do primeiro grande navegador da internet ao fantasma que puxa o pé da Microsoft em seu monopólio no atual mercado de navegadores.

Leia o resto deste post »

A promessa tava feita, mas demorou. Finalmente, taí embaixo, na íntegra. Dúvidas, pedradas ou elogios, grita.

*

Não adianta: você bate o olho no ClassMate PC e te dá uma síndrome de Gulliver. A impressão não é falsa – o notebook educacional da Intel, revelado pelo todo-poderoso Paul Otellini em visita ao Brasil, não passa de um notebook convencional com dimensões diminuídas.

Uma mea-culpa: graças a Marfan, minhas mãos estão longes de serem pequenas. Mas lidar com um Windows, já formatado para telas mais amplas, num teclado onde sua unha (só sua unha!) resvala em 3 teclas por dígito é algo beeeeem desconfortável.

Mesmo. É inevitável não torcer o bico ao perceber que, numa provável pressa para competir com o notebook de 100 dólares de Nicholas Negroponte, a Intel usou o mesmo raio usado por Wayne Szalinski pra diminuir seus filhos e dos vizinhos em um notebook.

A pressa, entenda, afeta um pouco a usabilidade e isto está longe da militância. Mãe do projeto, a organização OLPC desenvolveu uma distribuição própria de Linux que tem, como principal mérito, seu sistema gráfico – as interfaces são grandes e os botões, fáceis de serem achados.

A ferramenta de restrição à internet, originalmente prevista para que professores bloqueiem conteúdo impróprio para alunos, torna a configuração da rede sem fio quase impossível. Um cabo Ethernet e a internet rola – 1ª constatação: o Chá fica apertado.

Num ímpeto meio suicida, resolvo escrever uma nota para o Now! no ClassMate. As frases saem fácil, mas os dedos não acompanham. As letras no bloco de notas se tornam quase pontos e aquele movimento de franzir os olhos se torna constante.

A constante correção irrita. Corrijo. Não acho os ícones no menu Iniciar. Franzo ainda mais os olhos. Tenho em mente que o ClassMate é infantil, para dedos três vezes menores que os meus. A nota acaba e vai pro ar. A paciência também.

As distribuições de Linux que estarão no ClassMate em testes nos colégios Don Alano, em Palmas (To), e Professora Rosa da Conceição Guedes, em Piraí (RJ), têm fortes semelhanças com o Windows – vide o Mandriva Linux 2007 ou o Metasys.

O ClassMate é mais pesado que o XO, mas é bem verdade que também mais rápido (900 Mhz contra 433 MHz) e tem o dobro de memória (2 GB contra 1 GB). Mas qualé o grande foco desta iniciativa em dar notebooks para as crianças: a potência ou o preço?

O preço inicial do XO é de 175 dólares. No Brasil, a CCE já trabalha com previsão de preço de 900  1.100 reais para cada ClassMate. Coloque mais um punhado de inovações, como rede Mesh e uma tela com brilho sensível a ambientes, e a simpatia do Governo na conta daquele e você tem sua equação.

Update: Este é um apanhado de impressões de um repórter que acompanha o desenrolar da novela de notebooks educacionais no Brasil e que está pouco interessado nos transistores usados na placa-mãe do ClassMate.

Se é este tipo de informação que você procura, vai na onda do geek-mor Mário Nagano, que destrinchou o notebook da Intel enquanto estava na PC World.

ironia do dia

5 julho 2007

Único real “concorrente” do iPhone no Brasil (a Motorola preferiu não bater de frente com o RAZR 2), o LG Prada já pode ser encontrado nas Casas Bahia pelo sugerido preço de 1.899 reais – dica do Modos da Moda.

Ria – pelo menos no Brasil ele funciona, ao contrário do iPhone ofertado por 3.999 reais no Mercado Livre sem qualquer garantia real de acesso às redes locais.

Prada nas Casas Bahia.

  • leituras por aí

  • Creative Commons License
    Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
  • Glog








  • o IDG Now! no seu blog

       IDG Now!

    var acc1 = new Spry.Widget.Accordion("Acc1",{ useFixedPanelHeights: false });
  • popularidade

  • Blog Stats

  • RSS Twitter

  • Seguir

    Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.