egotrip – fevereiro/07

13 fevereiro 2007

Semaninhas movimentadas. Vamoaí.

Na quarta-feira, um comentário com o Paulo Henrique Amorim sobre a (espertíssima) proposta do Steve Jobs para abolir o DRM caso as quatro grandes gravadoras concordassem.

Só um aviso: eu não acredito que a carta aberta de Jobs é apenas marketing, como insiste a apresentação do texto.

Lá pelos 10 minutos, Amorim começa a perguntar se eu acho a atitude “apenas marketing” e já emenda um comentário sobre a Economist. Pimba. Pequena distorção que me mexeu com a fúria dos Macmaníacos.

Na segunda, atualização da notícia com comentário sobre a suposta (e possível) venda de canções sem DRM pela EMI.

No fim de semana, Ricardo Bernardo, que monitora a Web 2.0 portuguesa no NaWeb2, colocou no ar uma entrevista rápida, motivada pelo Mestrado, sobre a Web 2.0 no Brasil e os objetivos da pesquisa.

Na semana passada também, Nelson de Sá, da coluna Toda Mídia, da Folha de São Paulo, descobriu (com dois meses de atraso) a listagem dos 10 blogs mais populares da internet brasileira, publicada originalmente em dezembro. Não tem crédito pro repórter, mas tá lá.

Por fim, já está no ar a (belíssima) reformulação do site da Tecnologia da Inteligência e Design Digital com perfil básico e linha de pesquisa – agradeça ao Dolemes, ok?

8 Responses to “egotrip – fevereiro/07”

  1. ricardo Says:

    Guilherme, obrigado pela disponibilidade.

    Votos de bom trabalho.


  2. Olá Guilherme!

    Agora que me dei conta que foi vc quem escreveu aquela lista dos 10 blogs mais populares (segundo o Technorati) do Brasil. Falando sério (espero que leve na esportiva), li e ri. Não pela lista em si, mas vc chamou os blogs de diários virtuais em várias ocasiões ao longo do texto. Achei errado e fiquei pensando que a pessoa que escreveu aquele texto não sabe o que é blog. Mas sei que vc sabe pois tem um blog também e creio, seja ativo na comunidade blogueira. Aquilo foi imposição do IDGNow!? De qualquer forma a lista foi interessante. Gostei de ver o Contraditorium lá, entre outros.

    Qto à essa coisa do DRM, ainda acho que o Jobs fez aquilo pra ficar de bem com o público. Não vi o Amorim falando sobre o assunto, mas li opiniões por aí dizendo isso e fui convencido. Na verdade, depois da história de EMI, acho que o Jobs quis se antecipar a algo que realmente vai acontecer e ficar com a fama de ser o primeiro (na verdade o segundo pois o Gates já havia falado algo semelhante em dezembro) a falar sobre o assunto.

    Abraços!

  3. gfelitti Says:

    Vamos esclarece então algumas obrigações jornalísticas aqui, Alexandre.

    É válido qualquer um “achar errado” o uso de termos selecionados numa matéria. Mas tente escrever um texto sobre um ranking de blogs sem repetir constantemente o termo “blog”.

    Por mais que “diário virtual” ainda carregue aquela velha imagem de adolescentes escrevendo sobre seu cotidiano, ainda é o mais próximo de ser usado para que não se repita blog, blog, blog, blog, blog, blog à exaustão.

    Não gosto deste momento “Antônio Conselheiro”, mas já prego esta visão do blog longe desta visão conservadora há alguns meses – dê um pulo aqui ( https://felitti.wordpress.com/2006/10/25/blogs-como-midia-principal-blergh/) ou aqui ( http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/glog/archive/2006/12/28/microsoft-cava-espao-entre-blogs-de-ti-distribuindo-notebooks-nos-eua) pra entender.

    Quero esclarecer que, por mais que os blogs excerçam uma influência direta no texto de sites jornalísticos, ainda há um certo rigor a ser seguido. Ok?
    Abraço,
    Guilherme


  4. Opa Guilherme!

    Isso é verdade. Na língua portuguesa essa repetição é ruim, não fica bom no texto. Neste ponto concordo. Tento evitar repetições em meus textos colocando sinônimos ou coisas que relacionam. Entedi seu ponto.

    O achar errado foi minha opinião, não significa que seja verdade, etc.. etc… Um amigo meu que havia me enviado o link para tal matéria no IDGNow! e respondi para ele que concordava com tudo, exceto à forma como os blogs foram chamados. Nada contra vc, claro.

    Entendo que vc, dentro de uma organização jornalística precisa se adaptar a alguns conceitos usados por lá e que no seu blog é possível colocar idéias menos conservadoras.

    Acho até legal acompanhar seus textos no IDG e aqui no Chá quente e ver a abordagem às vezes diferente para as mesmas coisas.

    Espero que não tenha levado mal a minha crítica… Até gosto de discutir assim do que sempre concordar com tudo que leio.

    Abraços!

  5. gfelitti Says:

    Sem drama, Alexandre. Só gosto de deixar claro que, como repórter, tenho obrigações com a empresa onde trabalho – e isto vale pelo texto mais sóbrio. Com o estilo mais livre do Chá Quente, posso escrever e editar da maneira como EU entendo.
    Incomoda às vezes o fato de muitos leitores ignorarem completamente esta distinção. Bah – faz parte do trabalho.
    Abraço e valeu pela atenção,


  6. Alexandre Fugita Says:

    “Não pela lista em si, mas vc chamou os blogs de diários virtuais em várias ocasiões ao longo do texto. Achei errado e fiquei pensando que a pessoa que escreveu aquele texto não sabe o que é blog”.

    Pô, Alexandre, se é pra implicar com alguma coisa, implique com “virtuais”, não com “diários” (http://www.meiradarocha.jor.br/index.pl/o_mito_do_virtual).

    Você está com vergonha de escrever um diário? Preferiria o termo “jornal”? Acha que blog é uma nova invenção? Tim Berners-Lee, nas suas primeiras páginas Web, já colocava notas com data. Você pode se espantar, mas blogueiros não inventaram os jornais nem a Web. E — falando para os probloggers — também não inventaram o capitalismo.

    “Log” é “diário de bordo” em inglês desde os tempos das grandes navegações. Publicar opiniões e novidades com data, periodicamente, é jornal há uns 400 anos. Dia, giorno, jornal, tudo vem da mesma raíz. A maioria dos jornais são diários, e muitos se chamam, apropriadamente, “Diário de” alguma-coisa. Blogs, portanto, são jornais e são diários. Você não precisa se envergonhar de escrever um diário.

  7. gfelitti Says:

    Assino embaixo no comentário do Rocha, muito embora o comentário do Fugita tenha sido apenas de natureza jornalística – perfil que ainda os blogs relutam em seguir, pelo menos no Brasil.
    Boa, Rocha.


  8. […] problogger brasileiro, o portal já nasce com um modelo comercial empacotado para os 21 diários (algum problema aqui, Fugita?) que […]


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